O Projeto Pensar a Justiça nasceu da ponderação e reflexão sobre a necessária interdisciplinaridade e multidisciplinaridade que regem as relações entre as Ciências, especialmente as ciências sociais, em um ambiente de constante reconstrução diante dos novos desafios humanos em sociedade numa perspectiva de progresso das relações humanas garantido pela liberdade em igualdade preservada na norma jurídica no âmbito de cooperação ente pessoas e instituições, povos e Estados, em atenção aos mais sólidos princípios da tolerância, diálogo e respeito entre os iguais. 

Nesta perspectiva, o Projeto Pensar a Justiça — simplesmente, Pensar a Justiça — propõe o estímulo à investigação sobre as relações humanas em sociedade na persecução da paz social transposta em nível prático com assento teórico no fortalecimento da justiça, “este grande sonho da humanidade”, que, se não detém valor absoluto ainda, pode se aproximar deste objetivo a partir da formação da consciência universal pela paz internacional.

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Para consecução desta finalidade, o Pensar a Justiça se dedica ao estudo, análise, investigação e reflexão sobre o sistema de paz internacional, pelas ópticas do Direito, Sociologia do Direito, Filosofia e Ciência Política, tendo como moderador do discurso o constitucionalismo, o liberalismo e a cultura de paz. Assim, pretende-se que o Pensar a Justiça seja um Centro de Informação e Investigação sobre a Justiça no âmbito das liberdades em persecução da paz garantida pela norma jurídica em iguais condições para todos.

Enquanto centro de informação, o Pensar a Justiça se preocupa com a publicação e divulgação de normas jurídicas, literatura específica, instituições qualificadas, projetos de relevância e práticas positivas, que permitam o estímulo a reflexão individual que possa caminhar a produção científica.

Como centro de investigação, o Pensar a Justiça se preocupa em publicar e divulgar a produção científica positiva para progresso das relações humanas em sociedade na busca da Justiça pela formação da consciência internacional pela paz que permita a reformulação dos sistemas constitucionais em vias de garantir o acesso e fruição da paz entre os povos e os Estados, por todos os entes que norteiam as ditas relações. Portanto, é objeto de investigação, tanto “a paz como superprincípio constitucional” nos domínios do constitucionalismo, como “a paz como bem social primário” com restrição à análise do liberalismo igualitarista. 

Convida-se, assim, a todos, a reflexão sobre a formação da consciência pela paz na busca da justiça que se pretende seja absoluta. Boa navegação pelos bravios mares do sistema internacional pela paz.

Alex Sander Xavier Pires

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